Para se livrar do incómodo perseguidor, Rainey esgota todas as possibilidades, desde o pedido de auxílio ao xerife local e o recurso aos serviços de um segurança privado para protecção, até à tentativa de obtenção de uma prova concreta de que era o autor do livro, ao mesmo tempo que enfrentava Shooter num desgastante e intenso jogo psicológico. E ao fim de três longos dias, recheados de eventos misteriosos envolvendo a vida de Rainey, com forte influência na sua sanidade mental, a coisa lá se resolve e a paz volta à vida do escritor. Como ? Nada como ver o filme !
terça-feira, 29 de dezembro de 2009
A propósito de “A Janela Secreta” (“The Secret Window”), filme baseado numa obra de Stephen King, com Johnny Depp, entre outros
Para se livrar do incómodo perseguidor, Rainey esgota todas as possibilidades, desde o pedido de auxílio ao xerife local e o recurso aos serviços de um segurança privado para protecção, até à tentativa de obtenção de uma prova concreta de que era o autor do livro, ao mesmo tempo que enfrentava Shooter num desgastante e intenso jogo psicológico. E ao fim de três longos dias, recheados de eventos misteriosos envolvendo a vida de Rainey, com forte influência na sua sanidade mental, a coisa lá se resolve e a paz volta à vida do escritor. Como ? Nada como ver o filme !
Os heróis e a maioria de nós
domingo, 27 de dezembro de 2009
E se... ?
Todos os nossos pensamentos acabam por ser não mais do que projecções da nossa mente sobre tudo e todos ! E se reparamos bem, começam sempre (ou quase sempre) por “E se... ?”
Pois, é ! E se... ? A partir desta aparentemente simples pergunta, todos os cenários que possamos construir mentalmente são possíveis ! Mas... e se... ? Exactamente ! Por se tratarem de meras projecções, a única coisa que temos de concreto é o aparente controle que temos sobre elas ! Mas... e se... ? Nem mais ! Depois de muito andarmos às voltas com hipóteses e suposições, construídos todos os cenários mais ou menos possíveis, não há como evitarmos perguntar: E se... ? Pois, pois ! Avançamos alguma coisa ? Certamente que não ! Estamos é de volta ao princípio ! E se ... ?
Será por isso que muitas vezes temos a sensação de que não passamos da cepa torta ? E se... pura e simplesmente a gente mudasse a matriz de pensamento ?